Na parte da tarde o Celso da Calango nos levou para conhecermos o Centro Histórico. Começamos o passeio na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Porto , construída em 1812, e dali seguimos pelas ruas de paralelepípedos em meio ao belíssimo casario que enfeita a cidade – onde até o Imperador D.Pedro II já pernoitou.

Casario colonial
Mais à frente chegamos ao coreto onde ocorrem apresentações do Fandango – dança tradicional do povo morretense, ritimada pelos sons das batidas dos tamancos no chão de madeira.
Infelizmente não tivemos a oportunidade de ver o grupo se apresentando - vai ficar para a próxima vez.
Próximo ao coreto, estão as palmeiras imperiais - de altura impressionante!

Rio Nhundiaquara - Cartão postal de Morretes
O Centro Histórico é todo às margens do Rio Nhundiaquara, que completa a paisagem do cartão postal da cidade.
Aos finais de semana, além das lojas de artesanato, encontramos também uma feirinha com diversos produtos – porém, nem todos são da região. Lembre-se que, se você está em Morretes e a lembrança mais autêntica é aquela que tenha sido produzida em Morretes, e pela comunidade local.

Por isso, antes de comprar qualquer coisa, converse com a pessoa que está vendendo e procure informar-se sobre a origem do produto.
Recomendamos as deliciosas balinhas de banana, rapaduras, melados, ou artesanatos feitos com fibras de bananeira.
Na última noite fomos experimentar a pizza caprichada do Restaurante e Pizzaria Terra Nossa, e depois fomos convidados pelo Hotel e Restaurante Nhundiaquara para ficarmos hospedados ali, no meio do Centro Histórico, à beira do Rio Nhundiaquara, em um dos primeiros casarões da vila, onde hoje funciona o hotel, e lá fomos nós!
Lyanne Rehder & Marcelo Maestrelli
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